Extremistas, no entanto, afirmam que a soltura só ocorrerá sob algumas condições, referindo-se aos ataques israelenses

 

Foto: Reprodução Telegram Hamas

 


As Brigadas Al-Quds, braço armado do grupo terrorista Jihad Islâmica, anunciaram “a disponibilidade para libertar” dois reféns israelenses sequestrados em 7 de outubro e levados para a Faixa de Gaza. Seriam eles uma idosa e um menino.

 

 

“A iniciativa será implementada assim que as condições adequadas estiverem disponíveis, tanto em termos práticos quanto de segurança”, disse o porta-voz do grupo, Abu Hamza, em um vídeo divulgado no Telegram.

 

 

A questão dos 240 sequestrados pelo Hamas e pela Jihad Islâmica nos atentados terroristas do mês passado tem sido um ponto sensível na guerra.

 

 

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, está irredutível ao repetir diariamente que não haverá cessar-fogo na Faixa de Gaza enquanto todos os reféns não forem soltos. Israel, porém, só conseguiu resgatar uma pessoa até agora, uma soldado.

 

 

O Hamas libertou quatro reféns: duas cidadãs americanas (mãe e filha) e duas idosas israelenses, sob a alegação de razões humanitárias.

 

 

Um anúncio do governo dos Estados Unidos mais cedo, porém, pode facilitar a libertação de reféns. A Casa Branca afirmou que Israel concordou em pausar os ataques todos os dias durante quatro horas.

 

 

O principal objetivo é permitir que a população civil consiga fugir das hostilidades.

 

 

 

 

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